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sexta-feira, 29 de julho de 2011

Ecodica: O que fazer com o óleo de cozinha depois de usado?



   Todos nós sabemos das maravilhas que o óleo de cozinha pode fazer quando o assunto é gastronomia. Porém, não podemos esquecer que, se manuseado de forma incorreta, esse líquido pode se tornar um "grande vilão" contra o meio ambiente.

   Vejamos, como ponto de partida, a pergunta do título deste artigo: "O que VOCÊ faz com o óleo de cozinha que não utiliza mais?" Não é tão difícil encontrar respostas como: "Ah, despejo no ralo da pia" ou "Jogo no bueiro da rua". Infelizmente essas atitudes são muito comuns, não propositadamente, mas por falta de informação. Justamente por isso, decidi escrever esse post.

   Vamos aos dados: 1 litro de óleo de cozinha despejado no meio ambiente é capaz de contaminar 1 milhão de litros de água. Sendo que, 1 milhão de litros de água é o que uma pessoa utiliza por 14 anos (Fonte: Sabesp).

   Mas vocês devem estar pensando: "Eu não quero ser o culpado por poluir isso tudo de água, então, o que eu faço?" MUITO SIMPLES. Primeiro, NÃO despeje o óleo na pia, no sanitário, ou algo do tipo. "Ok, mas o que eu faço com o óleo então?"

   Partimos para a parte mais interessante. Você pode (e deve) armazená-lo em uma garrafa PET, procurar um posto de coleta (muito fácil de encontrar hoje em dia, é só pesquisar em sites de busca) e entregrar as "lindas" garrafas cheias de óleo.

   Para os mais curiosos, lá vai mais uma pergunta (juro que será a última): "O que eles vão fazer com esse óleo?" Acredite, eles vão gerar renda. A maioria dos postos de coletas são cooperativas, organizadas geralmente por uma comunidade, um bairro, uma associação de moradores. Com esse óleo de cozinha, pode ser (e é) produzido sabão caseiro, tanto em barra quanto líquido. E garanto (com conhecimento de causa) que o "sabão ecológico" é tão bom quanto os "industrializados".

   Ok, findei o artigo. Creio que, a partir de agora, vocês já sabem o que fazer com o óleo de cozinha que não usarem mais. Ah, e sintam-se a vontade para ir atrás das garrafas PET a partir de... AGORA!!!

   Para aprender a fazer o sabão ecológico à base de óleo de cozinha reutilizado clique aqui 


  


quinta-feira, 28 de julho de 2011

Bioenergia em pauta no VI Congresso Internacional em Curitiba



   Programado para o período de 16 a 19 de agosto de 2011, no Centro de Eventos Sistema FIEP, em Curitiba - PR, o 6o Congresso Internacional de Bioenergia, considerado um dos mais importantes eventos ligados a energias renováveis do país, discutirá formas de aproveitamento de resíduos industriais, agricultura e fontes de energias alternativas.

   O evento contará com a presença de técnicos e especialistas em energias alternativas, do Brasil e do exterior, e tem como público alvo os segmentos da indústria, comércio, agricultura, produção de tecnologia, órgãos públicos e educação. O evento também contará com a submissão e apresentação de projetos.

   Simultaneamente ao Congresso, acontecerá a BioTech Fair 2011 com o propósito de reunir empresas do ramo de tecnologias para a produção de energia renovável, com destaque para a biomassa e o biocombustível produzidos a partir de resíduos agrícolas e lixo urbano.


   

sábado, 19 de março de 2011

Cientistas criam árvore artificial que transforma CO2 em oxigênio




   Sob a liderança de Klaus Lackner, pesquisadores americanos do Centro Lenfest de Energia Sustentável da Universidade de Columbia criaram uma árvore artificial capaz de transformar gás carbônico (CO2) em oxigênio.

   O objetivo é criar um método de compensação da derrubada de árvores e o aumento da produção de CO2, principal efeito da poluição, ajudando assim, no equilíbrio da produção de oxigênio no planeta.

   Projetada por Lackner, Mario Caceres e Christian Canonico, do Influx Studio, a "Artificial Tree" ganhou o nome de projeto Boston Treepod Initiative, e sua função é absorver o CO2 da atmosfera e emitir oxigênio para o meio.

   O projeto foi inspirado em uma árvore chamada Dragoeiro (Dracaena draco, uma árvore de amplos galhos, nativa das ilhas Canárias, Açores e Madeira.)

   Iniciamente, a energia que alimentará a árvore será a energia solar, com painéis instalados e sustentados pelos "galhos" da mesma. Porém, os cientistas também pensaram em outra forma de produção de energia como fonte secundária: utilizar a energia cinética das pessoas, instalando redes e gangorras nas árvores. Haverá um sistema que, quando as pessoas se balançarem nesses equipamentos, fornecerão energia para iniciar o processo de transformação dos gases.

   Interessante, não acham?

   
   

quinta-feira, 17 de março de 2011

Governo cria comitê para debater descarte de lixo eletrônico no país



   
   No último mês de Fevereiro, foi instalado pelo governo um comitê com a participação de cinco ministérios e regidos pelo Ministério do Meio Ambiente, com a finalidade de determinar o destino de resíduos prejudiciais ao meio ambiente.

   A próxima reunião está marcada para o mês de Junho, e terá como foco principal a destinação de materiais com pilhas, baterias, lâmpadas e embalagens. A intenção é formalizar quais serão os procedimentos de descarte e de quem será a responsabilidade (levando em consideração as etapas do processo produtivo do material).

   Em relação ao descarte de lixo eletrônico, uma pesquisa do MMA feita no início de 2011 indicou que 17% do lixo eletrônico é armazenado nas casas dos próprios consumidores. E o motivo: eles não sabem o que fazer com esse tipo de lixo. Pior é quando esse lixo é descartado erroneamente no meio ambiente, causando danos ao solo, e até se tornando um perigo para a população, por conta de eventuais fatores como superaquecimento, que podem resultar em emissão de materiais tóxicos e, em alguns casos maiores, até explosões.

   É importante frizar que esse debate e medidas tem que ir além do próprio comitê, deve também chegar até a sociedade, principalmente quando se trata de informação. O próximo passo (diria até a solução) seria: EDUCAÇÃO AMBIENTAL.

China quer reduzir em 17% suas emissões de CO2 até 2015



   Como podemos perceber, o maior emissor de CO2 do planeta também está preocupado com as consequências que essa poluição está gerando ao meio ambiente. O primeiro-ministro chinês Wen Jiabao falou que o país pretende reduzir em 17% o volume de emissões de CO2 (dióxido de carbono) por unidade de seu Produto Interno Bruto (PIB) até 2015.

   O consumo de energia por unidade do PIB deverá, por sua vez, diminuir 16% durante o desenvolvimento do 12º plano qüinqüenal (2011-2015), acrescentou o chefe de governo diante de 3.000 delegados da Assembléia Nacional Popular (ANP), o Parlamento chinês.

   O governo também demonstrou a sua preocupação com o uso de combustíveis fósseis, já que a China ainda depende muito de petróleo e carvão: Wen fixou a meta de aumentar em 11,4% a utilização de combustíveis renováveis para a produção de energia. E também aumentar a quantidade de florestas no país.

   Sabendo que isso são metas, fiquemos na torcida para que elas possam ser cumpridas. E que também, cada vez mais sejam criadas ações como essa a fim de minimizar os efeitos antrópicos no meio ambiente.

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